A Lei e o SábadoImprimir
A Lei de DEUS (Parte V)
I - INTRODUÇÃO

O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância do Sábado, como dia de descanso e adoração. Deus posicionou o mandamento do Sábado bem no coração da Sua Lei. É o único dentre os demais mandamentos que identifica o Deus verdadeiro. Constitui um memorial da criação do mundo (ver Êxodo 20:11) e um memorial da libertação (ver Deuteronômio 5:15). O sábado é o sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo.

Transcrevemos a seguir o texto do mandamento:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.” Êxodo 20:8-11.

Ao instituir o Sábado, Deus tinha como objetivo que o homem sempre se lembrasse dEle como o único Deus vivo e verdadeiro, Criador de todas as coisas.


II – O SÁBADO NA CRIAÇÃO

Quando o sol declinava lentamente no sexto dia de Sua obra da Criação, “viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.” Gênesis 1:31. A criação dos céus e da Terra estava completa: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.” Gênesis 2:1.

No entanto, por mais belo que fosse o mundo recém-concluído, o bondoso Criador queria ainda conceder ao jovem par recém criado, Adão e Eva, o privilégio de manter relacionamento pessoal com Ele. Deus achou que um repouso era essencial ao homem, mesmo num mundo sem pecado. O ser humano necessitava de um dia de descanso para pôr de lado seus próprios interesses e ocupações, bem como contemplar de maneira mais ampla as obras de Deus e meditar em Seu poder e bondade.

Embora Ele tivesse terminado a criação dos céus e da Terra nos seis primeiros dias, faltava ainda criar o Sábado. Foi assim que Deus criou o sétimo dia, completando a Sua obra. Diz o texto sagrado: “E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Gênesis 2:2-3.

Equivocadamente muitos religiosos tentam vincular o Sábado ao povo judeu. Esse argumento é falso e não tem sustentação bíblica. O Sábado foi instituído por Deus na Criação por causa do homem e não por causa do judeu. As palavras do Senhor Jesus esclarecem este assunto: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” Marcos 2:27.

A semana de sete dias literais, ou seja, dias de 24 horas cada, originou-se na Criação como um modelo a ser seguido e tem sido preservada através dos séculos. Assim podemos dizer que no Éden ocorreu o primeiro ciclo semanal.


III – O SÁBADO NA ANTIGUIDADE

As semanas sucessivamente seguiram o seu curso pelos séculos, sempre limitadas pelo marco divino: o Sábado.

1. NO DILÚVIO

Logo antes do dilúvio, disse Deus a Noé: “...passando ainda sete dias, farei chover sobre a terra...” Gênesis 7:4. De Noé se diz mais: “Esperou ainda outros sete dias, e tornou a enviar a pomba fora da arca.” Gênesis 8:10. E ainda: “Então esperou ainda outros sete dias...” Gênesis 8:12.

Por que esta insistência de dividir o tempo em sete dias? Simplesmente porque a semana era um ciclo inalterável de tempo, uma divisão natural de sete dias. Se a semana de sete dias não se perdera, logicamente não se perdera também o seu marco: o Sábado. Logo, o Sábado não se perdeu até o tempo do dilúvio.

2. NA ERA DOS PATRIARCAS

A semana também não se perdeu no tempo dos patriarcas. A Bíblia relata a conversa que Labão tivera com Jacó:

“Cumpre a semana desta...” Gênesis 29:27.

Existindo a semana, necessariamente existia o seu marco: o Sábado.

3. ANTES E DEPOIS DO SINAI

Imediatamente após a saída dos israelitas do Egito e antes da entrega solene da Lei escrita no monte Sinai, Deus faz referência à semana, dizendo que no “sexto dia”, deviam os filhos de Israel colher o maná em dobro:

“Mas ao sexto dia prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia.” Êxodo 16:5.

Em seguida, Moisés reafirma ao povo, o que Deus dissera, que depois daquele sexto dia viria o Sábado:

“...Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, Sábado santo ao Senhor...” Êxodo 16:23.

Inquestionavelmente depois do sexto dia vem o sétimo, e o sétimo é aqui identificado como sendo: “Sábado santo ao Senhor”.

Quando Deus deu a Moisés a Lei, escrita com Seu próprio dedo em tábuas de pedra, Ele deixou registrado no quarto mandamento um enfático: LEMBRA-TE. Isto é muito importante, porque prova que o povo se esquecera de guardar o Sábado no Egito, talvez devido à convivência com aquele povo pagão. Ora, Deus não iria exigir solenemente que o povo se “lembrasse” de um dia vago, incerto, que teria se perdido no tempo. O Sábado está umbilicalmente ligado à semana e esta jamais se perdeu.

Em seguida, no deserto, durante os quarenta anos, o maná foi colhido, com a observância ininterrupta do sétimo dia da semana. Desde a Criação até à entrada do povo em Canaã, aproximadamente 2500 anos se passaram, e o sábado não se perdera. Quando muito, temporariamente ele deixou de ser guardado, devido à apostasia do povo. Por tratar-se de uma instituição divina, tanto o ciclo semanal, bem como o Sábado não se perderam.

Posteriormente, no período anárquico dos Juízes e mesmo mais tarde durante o cativeiro babilônico, bem como nos tempos posteriores, Deus não permitiu que o Sábado se perdesse. Neste lapso de tempo viveram personagens importantes como Samuel, Davi, Salomão, Jeremias, Ezequiel, Isaías e tantos outros. Eram reis e profetas, todos fiéis observadores do Sábado. Mesmo durante o cativeiro babilônico, Daniel andava em absoluta conformidade com a Lei de Deus (ver Daniel 6:5). Se ele tivesse transgredido o Sábado, seria apanhado nessa ocasião. Após o cativeiro, Neemias solenemente lembrou ao povo, que por causa da violação do Sábado, lhes foi infligido o cativeiro por parte dos babilônios (ver Neemias 13:15-18).


IV – O SÁBADO NO NOVO TESTAMENTO

1. JESUS E O SÁBADO

O próprio Senhor Jesus reconheceu que o Sábado foi feito para toda a humanidade: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” Marcos 2:27.

Durante todo o Seu ministério terrestre, Jesus deu-nos o exemplo quanto à fiel observância do Sábado. Caso Ele tivesse transgredido este mandamento, não poderia ser o prometido Messias. Era Seu costume neste dia ensinar e participar das atividades de adoração:

“Chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o Seu costume, e levantou-Se para ler.” Lucas 4:16.

“Então desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava no sábado.” Lucas 4:31 (ver também Marcos 1:21).

Ao identificar-Se com o Sábado, Cristo estava afirmando Sua missão de Messias, particularmente através do Seu ministério aos sábados. Esta atitude de Cristo levanta importantes questões: Como considerou Jesus a observância do Sábado? Será que Ele confirmou para Seus seguidores a validade de tal instituição como a inquestionável vontade de Deus?

O episódio de cura de um homem com a mão ressequida, narrado por todos os três evangelistas (Mateus 12:9-21; Marcos 3:1-6: Lucas 6:6-11) é o ponto de prova pelo qual Cristo começa Suas reformas quanto ao verdadeiro significado da observância do Sábado. Jesus encontra-Se na sinagoga diante de um homem com uma mão paralisada. Estavam ali também os escribas e fariseus, não para adorar a Deus, mas para inspecionar Cristo e “ver se o curaria em dia de Sábado, a fim de O acusarem” (ver Marcos 3:2). De acordo com Mateus, eles dirigiram à Cristo a probante pergunta: “É lícito curar no Sábado?” (ver Mateus 12:10). A dúvida deles não era motivada por uma genuína preocupação pelo homem enfermo. Em vez disso, estavam ali para julgar Cristo com base nas minúcias e regras casuísticas elaboradas pelos rabinos. Lendo seus pensamentos, Cristo Se entristece com a dureza de seus corações (ver Marcos 3:5). No entanto, aceita o desafio. Primeiro, convida o homem para se aproximar, dizendo: “Vem para o meio” (ver Marcos 3:3). Este passo possivelmente destinou-se a despertar simpatia para com o homem enfermo e ao mesmo tempo para cientificar a todos do que Ele estava para fazer. Então perguntou aos especialistas da lei: “É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la?” (ver Marcos 3:4). Para tornar a pergunta mais direta, de acordo com o relato de Mateus, Cristo acrescentou uma segunda, na forma de uma parábola: “Qual dentre vós será o homem que, tendo uma só ovelha, se num sábado ela cair numa cova não há de lançar mão dela e tirá-la? Ora, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? Portanto, é lícito fazer bem aos sábados.” (ver Mateus 12:11-12).

Estas declarações levantam um importante debate. Pretendeu Cristo abolir radicalmente o mandamento do Sábado ou quis restaurar seus divinos valores e funções originais?

Se é correto fazer o bem e salvar no Sábado, então qualquer recusa de fazê-lo significa fazer o mal ou matar. A obrigação de amar o Criador e amar o próximo é a essência da história do Sábado. Infelizmente a observância da ritualística do Sábado era mais importante para os escribas e fariseus do que uma resposta espontânea ao clamor das necessidades humanas. O episódio acima é um bom exemplo desta perversão, contrastando dois tipos de guardadores do Sábado. De um lado ficou Cristo, condoído com a dureza dos corações de Seus acusadores e dando passos para salvar a vida de um homem defeituoso (ver Marcos 3:4-5). Do outro lado ficaram os especialistas da lei que, embora estando no lugar de adoração, gastaram seu tempo no dia de Sábado “observando a Jesus... a fim de O acusarem... conspiravam em como Lhe tirariam a vida.” (ver Marcos 3:2 e 6). Pense bem! A narrativa não trata da questão se o Sábado deve ou não deve ser observado como dia de repouso. Com o acúmulo das tradições por parte dos escribas e fariseus, em muitos casos a função original do Sábado estava obscurecida. Em outra oportunidade o Senhor Jesus chamou a atenção dos líderes judaicos sobre as tradições, as quais continham mandamentos de homens e não de Deus (ver Mateus 15:3 e Marcos 7:6-8). Não há dúvida alguma que Jesus sabia distinguir o falso do verdadeiro. A questão envolvia a correta observância do Sábado e o objetivo de Cristo era legitimar a guarda desse dia sagrado e restaurá-lo às suas intenções originais.

Outros episódios, tais como: “A Mulher Enferma” (ver Lucas 13:10-17); “O Paralítico e o Cego” (ver João 5:1-18; João 9:1-41), ilustram igualmente a valorização espiritual da guarda do Sábado, como mandamento de Deus e o cumprimento profético da missão do Messias que era “proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos.” (ver Lucas 4:18). Através esses exemplos, lembramos mais uma vez que Cristo não está colocando em discussão a questão da obrigatoriedade do mandamento do Sábado, e sim destacando seus reais valores, que tinham sido esquecidos.

Tão grande era a preocupação de Cristo no tocante à santidade do Sábado, que ao falar a respeito da perseguição que ocorreria após Sua ascensão, Ele deu os seguintes conselhos aos Seus discípulos a esse respeito:

“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no Sábado.” Mateus 24:20.

Ter de fugir no Sábado, interromperia a calma daquele santo dia. Ora, a destruição de Jerusalém não teve lugar senão quarenta anos mais tarde. Por todo esse tempo o Senhor Jesus orientou aos Seus discípulos que, ao orarem, conservassem o Sábado em suas mentes. Como poderia Cristo ter abolido a observância do Sábado, se os Seus discípulos deviam tê-lo sempre em memória em suas orações?


2. OS SEGUIDORES DE CRISTO E O SÁBADO

Depois da morte de Cristo, as mulheres piedosas que foram ungir o corpo do Mestre, “e no Sábado repousaram, conforme o mandamento”. Lucas 23:56. Não era obviamente um dia em sete, pois no versículo seguinte se menciona o dia imediato a este Sábado, e tal dia imediato era o primeiro dia da semana. (ver Lucas 24:1).

Os discípulos também observaram o Sábado. Paulo, em suas viagens evangelísticas, freqüentava as sinagogas no dia de Sábado e pregava a Cristo:

“Tendo Paulo e seus companheiros navegado de Pafos, chegaram a Perge, na Panfília. ...Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se. Depois da leitura da lei e dos profetas, os chefes da sinagoga mandaram dizer-lhes: Irmãos, se tendes alguma palavra de exortação ao povo, falai. Então Paulo se levantou e, pedindo silêncio com a mão, disse: Varões israelitas, e os que temeis a Deus, ouvi: ...” Atos 13:13-16.

Após ter proferido o seu discurso, o apóstolo Paulo foi convidado pelos presentes para que repetisse as palavras no Sábado seguinte (ver Atos 13:42).

A Bíblia relata que no Sábado seguinte “reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a Palavra de Deus.” Atos 13:44. É importante destacar que havia no meio daquela multidão muitos gentios (ver Atos 13:48).

Mais tarde Paulo foi a Tessalônica, “onde havia uma sinagoga dos judeus. Ora, Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles, e por três sábados discutiu com eles sobre as Escrituras.” Atos 17:1-2.

Quando Paulo chegou a Corinto, “ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos.” Atos 18:4.

O apóstolo Paulo “ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a Palavra de Deus.” Atos 18:11.

Todo o livro de Atos testifica que os discípulos de Cristo guardavam o Sábado. O costume deles era dedicar o Sábado à pregação da Palavra de Deus, tanto aos judeus como aos gentios.


V – A OBSERVÂNCIA DO SÁBADO

As Escrituras Sagradas declaram que durante o Sábado devemos cessar nossas atividades seculares (ver Êxodo 20:10), deixando de lado todo o trabalho para ganhar a vida e todas as transações comerciais (Neemias 13:15-22).

O Sábado inicia no pôr-do-sol da sexta-feira e finaliza no pôr-do-sol do sábado. Este é o método bíblico de computar o tempo. Primeiro a parte escura do dia e depois a parte clara: “E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. ...E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. ...”, etc. (ver Gênesis 1:5, 8, 13, 19, 23 e 31; Levítico 23:32).

Nosso Deus Criador estimula Seu povo a converter o dia de Sábado em um dia deleitoso, que consiste em não seguir os seus próprios caminhos, não fazer cada um a sua vontade e nem falar palavras vãs (ver Isaías 58:13). É o sinal perpétuo entre Deus e Seu povo:

“Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério.” Êxodo 31:16-17.


VI – CONCLUSÃO

O mandamento do Sábado se reporta aos dias da criação. Ele é especial porque três atos divinos distintos ali foram estabelecidos:

“Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra que criara e fizera.” Gênesis 2:2-3.

a) Deus descansou no sábado: O Sábado representou o toque final de Sua obra criadora. Ele descansou porque era Sua intenção que o homem descansasse nesse dia e se lembrasse de que Ele é o Criador dos céus, da terra e de tudo o que neles há (ver Êxodo 20:11).

b) Deus abençoou o Sábado: O Sábado teve a bênção especial, pois ele fora reservado como objeto especial do favor divino e traria bênçãos às Suas criaturas.

c) Deus santificou o Sábado: O verbo “santificar” significa: tornar santo, consagrado. O sétimo dia foi separado com o propósito de enriquecer o relacionamento entre Deus e o homem.

Esse dia é tão especial que Deus o chama de “Meu santo dia” (ver Isaías 58:13).

Rodeados pelo caos e desordem de nossa época, buscamos paz, esperança e sentido para a nossa vida. O objetivo do Sábado é para conectarmos com o único Deus Criador e fazer-nos lembrar que a nossa origem e o nosso destino nos unem a Ele.

Podemos afirmar que o Sábado traz repouso divino à nossa inquietude humana. Um tempo que pertence a Deus. É o momento para ordenar e enriquecer nossas vidas com um sentimento de paz e satisfação quando dedicamos esse tempo para adorar o Criador e para fazer o bem ao nosso próximo.

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