A Lei no Novo TestamentoImprimir
A Lei de DEUS (Parte IV)

I – INTRODUÇÃO

Uma análise isenta de idéias preconcebidas tende a fortalecer a fé nas Escrituras Sagradas, cujos ensinamentos são harmoniosos quando vistos sob uma perspectiva correta.

Tão certo que já existia o pecado nos primórdios da criação de nosso planeta, tão certo também ele continua existindo até hoje. O Novo Testamento tem tanto a dizer sobre o pecado e pecadores quanto o Velho Testamento, porque, de acordo com as palavras do apóstolo Paulo “o pecado não é imputado, não havendo lei.” Romanos 5:13.

Não tem base bíblica a crença de que a Lei de Deus foi totalmente abolida ou parcialmente modificada a partir da morte de Cristo. Ela contraria frontalmente todos os princípios e ensinamentos do Novo Testamento. Se a eterna Lei de Deus, os Dez Mandamentos, tivesse sido abolida, teríamos que suprimir o pecado, porque “pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:20), “o pecado é transgressão da lei” (I João 3:4) e “onde não há lei também não há transgressão”. (Romanos 4:15). A função da Lei é revelar o pecado e conduzir o pecador a Cristo a fim de ser salvo. E, sendo eterna, como poderia ser abolida ou modificada?

O objetivo deste tema é esclarecer as muitas controvérsias levantadas por parte de muitos religiosos, provando através as Escrituras Sagradas quais foram os objetivos da missão de nosso Senhor Jesus Cristo em relação à eterna Lei de Deus.


II – ENTENDENDO OS PROPÓSITOS DA LEI

Infelizmente muitos textos aparentemente conflitantes, registrados no Novo Testamento, estão sendo mal interpretados por muitos religiosos, por não entenderem os reais objetivos da Lei de Deus.

Antes de fazermos uma análise sobre esses textos bíblicos, é muito importante entendermos alguns dos principais propósitos da Lei e por que ela foi dada por Deus:

a) Através dela a vontade de Deus é revelada para a humanidade.

A Lei é a expressão do caráter e amor de Deus. Ela tem o propósito de prover abundantes bênçãos ao Seu povo desde que seja obedecida. Como regra de vida, ela é vital para nossa salvação. O próprio Senhor Jesus explicou por quê: “Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.” Mateus 19:17.

b) A Lei aponta o pecado.

A Lei funciona como uma espécie de espelho:

“Pois se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo e vai-se, e logo se esquece de como era. Entretanto aquele que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este será bem-aventurado no que fizer.” Tiago 1:23-25.

Assim como o espelho apenas nos mostra a sujeira em nosso corpo e não é capaz de removê-la, da mesma forma acontece com a Lei. É através da Lei que nós tomamos conhecimento do pecado (Romanos 3:20). Quando sentimos a necessidade de limpeza, corremos à fonte que se encontra aberta para remover o pecado e a impureza (Zacarias 13:1), onde somos purificados pelo sangue do Cordeiro (Apocalipse 7:14). A partir daí essa transformação passa a ser visível e confirmada através uma vida contínua de obediência à eterna Lei de Deus.

c) A Lei nos assegura liberdade

O Senhor Jesus disse que “todo aquele que comete pecado é escravo do pecado” João 8:34. Isto quer dizer que quando transgredimos a Lei de Deus, somos escravos e em conseqüência não temos liberdade. No entanto, a obediência aos Dez Mandamentos, esta sim, nos assegura verdadeira liberdade e também nos assegura uma consciência tranqüila, livre de aborrecimentos, culpas e remorsos, que minam as forças vitais de nossa vida. O salmista disse o seguinte:

“Andarei em liberdade, pois busquei os Teus preceitos.” Salmos 119:45

d) A Lei estabelece o padrão de justiça.

Da mesma forma como Deus, Seus “mandamentos são justiça.” Salmos 119:172. Portanto, a Lei estabelece o padrão de justiça.

Muitos preferem estabelecer um padrão de vida segundo a sua própria consciência. Isto é muito perigoso, porque a consciência humana é instável. A consciência de alguns é “fraca”, enquanto a de outros é “corrompida”, “má” ou “cauterizada” (ver I Coríntios 8:7 e 12; Tito 1:15; Hebreus 10:22 e I Timóteo 4:2). A nossa consciência nos diz que devemos proceder de modo correto, mas não nos diz o que é correto. Somente uma consciência aferida segundo o grande padrão divino, que é a Lei de Deus, pode evitar que mergulhemos em profundo pecado. As Escrituras dizem o seguinte:

“Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos, pois este é o dever de todo homem. Porque todos os fatos, mesmos os mais ocultos, quer sejam bons ou maus, finalmente por Deus serão julgados.” Eclesiastes 12:13-14 (ver também Tiago 2:12).

A Lei de Deus, portanto, é a norma pela qual devemos pautar o nosso procedimento. Em outras palavras ela é a norma moral de conduta cristã. É bom lembrar que não existe salvação pelo simples fato de guardarmos os mandamentos, mas há condenação para quem não os guardar.

e) A Lei é a base da Aliança Divina

Moisés identificou os Dez Mandamentos como “as tábuas do concerto” ou “as tábuas da aliança”, indicando sua importância como base do concerto eterno entre Deus e Seu povo:

“E o Senhor vos falou do meio do fogo; ouvistes o som de palavras, mas não vistes forma alguma; tão somente ouvistes uma voz. Então Ele vos anunciou o Seu pacto, o qual vos ordenou que observásseis, isto é, os dez mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra.” Deuteronômio 4:13 (ver também Deuteronômio 9:9).

Ao compreendermos o profundo significado da obrigatoriedade de obedecermos a Lei dos Dez Mandamentos, estaremos aptos a analisar as mensagens registradas sobre este assunto no Novo Testamento.


III – CRISTO E A LEI

O nosso Senhor Jesus Cristo foi o maior defensor da Lei de Deus, aquela que contém princípios morais e vincula nossas relações para com Deus e para com o nosso próximo. Essas relações existirão sempre enquanto Deus for Deus e o homem, homem. Para abolir a Lei, temos de primeiro abolir estas relações. Mas para tanto teríamos que abolir Deus e destruir todas as criaturas. Isto seria impossível.

Por isso, Jesus disse: “É, porém, mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da Lei.” Lucas 16:17.

Em Seu primeiro sermão, conhecido como “Sermão da Montanha”, o Senhor Jesus ratificou a Sua posição quanto à obrigatoriedade de observar a Lei:

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só jota ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.” Mateus 5:17-19.

Em lugar de abolir, ou mesmo restringir os mandamentos de Seu Pai, o Senhor Jesus engrandeceu a lei e tornou-a gloriosa, cumprindo uma profecia registrada pelo profeta Isaías. (ver Isaías 42:21).

Em toda a Sua trajetória, Cristo sustentou firmemente a validade da Lei. Quando o jovem rico Lhe perguntou no tocante aos requisitos para entrar na vida eterna, Jesus respondeu:

“...Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.” Mateus 19:17.

Desejando saber quais os mandamentos que ele deveria guardar, o Senhor Jesus enumerou vários deles que mostram os deveres do homem para com os seus semelhantes:

“Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Mateus 19:18-19.

Em outra oportunidade Ele disse:

“Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 7:21.

Aos que violam esse princípio sagrado, aos transgressores da Lei, será recusada a admissão no Reino Eterno. Para eles Jesus dirá claramente: “...Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniqüidade.” Mateus 7:23.

Quando Jesus foi interrogado por um escriba, com a finalidade de submetê-Lo à prova, o Messias confirmou a validade desses princípios morais, citando os dois grandes mandamentos, que são um resumo dos Dez Mandamentos escritos em duas tábuas de pedra:

“Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.” Marcos 12:29-30. Os primeiros quatro mandamentos têm a ver com o amor a Deus.

“E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo, Não há outro mandamento maior do que esses.” Marcos 12:31. Os seis últimos mandamentos têm a ver com o amor ao próximo.

Observa-se que o Senhor Jesus não fez nenhuma colocação nova a esse respeito, tanto é que o escriba, um doutor da Lei, ficou plenamente satisfeito com a resposta:

“Ao que Lhe disse o escriba: Muito bem, Mestre; com verdade disseste que Ele é um, e fora dEle não há outro; e que amá-Lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.” Marcos 12:32-33.

O Senhor Jesus é o grande vitorioso, pois não cometeu pecado (Hebreus 4:15). Tivesse Ele transgredido um só mandamento da Lei de Deus, não haveria salvação para a raça humana. A atitude pessoal de Cristo para com a Lei foi de total obediência. Ele mesmo disse:

“...Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai, e permaneço no Seu amor.” João 15:10.


IV – PAULO E A LEI

O apóstolo Paulo foi também um grande defensor da Lei de Deus. Ele foi um vaso escolhido, para levar o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo aos gentios, aos reis e aos filhos de Israel. (ver Atos 9:15).

Quando foi levado perante o governador Félix, o apóstolo Paulo fez a seguinte declaração:

“Mas confesso-te isto: que segundo o caminho a que eles chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas.” Atos 24:14.

Em outra oportunidade, o apóstolo Paulo foi acusado falsamente pelos líderes judeus:

“Tendo ele comparecido, rodearam-no os judeus que haviam descido de Jerusalém, trazendo contra ele muitas e graves acusações, que não podiam provar. Paulo, porém, respondeu em sua defesa: Nem contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César, tenho pecado em coisa alguma.” Atos 25:7-8.

Por incrível que pareça, os líderes religiosos de hoje utilizam estas mesmas acusações contra o apóstolo Paulo. Acusam-no de ter abolido a Lei de Deus.

Acontece que em muitos de seus escritos, Paulo rejeita a Lei no contexto de justificação (justo perante Deus), mas exalta a mesma Lei e a defende no contexto de santificação (vida justa perante Deus), como norma moral de conduta cristã. Paulo esclarece o verdadeiro propósito da Lei para os legalistas que criam na justificação por meio das obras da Lei.

• A seguir alguns textos onde o apóstolo Paulo rejeita a Lei no contexto da justificação:

“Por isso nenhuma carne será justificada diante dEle pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” Romanos 3:20

“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” Romanos 3:28.

“Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.” Gálatas 2:21.

“Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhum carne será justificada.” Gálatas 2:16.

“É evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus.” Gálatas 3:11.

Nas epístolas aos Gálatas e Romanos, ele prova que o crente é salvo pela fé, naquilo que Cristo fez por ele, e não por sua dedicação na prática de boas obras, ou por diligência na observância aos preceitos da Lei. Os líderes judeus interpretaram mal essa questão. Eles ensinavam que o homem era aceito e salvo por Deus unicamente pela obediência aos Seus mandamentos. Paulo, em seus escritos, condenou terminantemente esta crença.

• Alguns textos onde o apóstolo Paulo exalta a Lei como regra de conduta:

“E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.” Romanos 7:12.

“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás, e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo, De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” Romanos 13:8-10.

“Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente.” I Timóteo 1:8.

“Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum, antes estabelecemos a lei.” Romanos 3:31.

Há outros textos, mal interpretados, escritos pelo apóstolo Paulo:

• “Cristo nos resgatou da maldição da lei.” Gálatas 3:13.

Quem transgride a Lei comete pecado (I João 3:4) e o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23). Os nossos primeiros pais estavam cientes a respeito das conseqüências do pecado:

“Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Gênesis 2:17.

Morrendo na cruz, em nosso lugar, Cristo nos redimiu, não da obrigação de obedecer a lei dos Dez Mandamentos, porém ‘da maldição da lei’, que é a segunda morte (ver Apocalipse 20:11-15).

Se a Lei de Deus pudesse ser abolida, não seria necessário Cristo ter dado a Sua vida, morrendo por nossos pecados; bastaria abolir-se a Lei ou por de lado os mandamentos transgredidos pelo homem.

Ao invés de revogar ou anular os Dez Mandamentos, o sacrifício de Cristo na cruz os confirmou em sua imutabilidade e em sua universalidade.

• “Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê.” Romanos 10:4.

Não concordamos com a idéia de que Cristo tenha dado um fim à Lei de Deus. A palavra “fim” nem sempre significa terminação. No texto em análise, a palavra “fim” não tem esse sentido. A palavra utilizada no texto vem do grego “telos” e significa também “propósito, alvo, objetivo, conseqüência, resultado, etc.” Esta palavra foi também utilizada em outros textos:

“Ora o fim do mandamento é a caridade.” I Timóteo 1:5.

“Alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma.” I Pedro 1:9

É inadmissível imaginarmos que nesses casos apresentados acima, a palavra “fim” significasse “cessação”.

As Escrituras Sagradas nos ensinam que a Lei conduz-nos a Cristo, porque nEle encontramos a justiça que a Lei exige. O homem que por Cristo se torna justo, sem dúvida guarda a Lei justa. Não a vive transgredindo.



V – TIAGO E A LEI

Tiago em sua carta evidencia que a pessoa que obteve a salvação apresenta frutos em seu procedimento diário. Boas obras são os sadios frutos de uma fé operante.

“Mas, ó homem vão, queres tu saber, que a fé sem as obras é morta?” Tiago 2:20.

“Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: não cometerás adultério, também disse: não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei.” Tiago 2:10.

“Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.” Tiago 2:17.

De acordo com os textos acima, Tiago fala das obras da fé ou obras resultantes da fé. Os salvos através a graça de Deus evidenciam a sua salvação guardando todos os mandamentos.


VI – CONCLUSÃO


Não há como as pessoas obterem a salvação como resultado de seus méritos, manifestados através das obras. A obediência é o fruto da salvação em Cristo. Por meio dessa extraordinária graça, especialmente revelada na cruz, Deus libertou Seu povo da penalidade e da maldição do pecado. O abundante amor de Deus faz despertar no pecador arrependido um tipo de resposta que se manifesta em amorável obediência através do poder da graça tão abundantemente derramada (ver I João 5:2-3). Aqueles que compreenderem o valor atribuído por Cristo à lei e as bênçãos resultantes da obediência, serão fortemente motivados a desenvolver vida cristã efetiva.

A Palavra de Deus é clara quando diz: “E nisto sabemos que O conhecemos, se guardarmos os Seus mandamentos. Aquele que diz: eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso e nele não está a verdade.” I João 2:3-4.

O ataque de Satanás contra estes que guardam a Lei de Deus é uma clara evidência de que a Lei continuará sendo significativa ao ponto de se tornar uma importante característica dos santos, os que fazem parte da Igreja de Deus: “E o dragão irou-se contra a Igreja de Deus e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.” Apocalipse 12:17.

Nos últimos eventos, antes do retorno do Messias, os salvos serão identificados pela sua obediência aos mandamentos de Deus:

“Aqui está a perseverança dos santos;:aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Apocalipse 14:12.


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